DRYWALL RU

Paredes e revestimentos em drywall instalados em áreas sujeita a umidade (banheiros, cozinhas e áreas de serviço) exigem impermeabilização de sua parte inferior, para evitar que o eventual contato com água empoçada danifique as chapas de gesso. Normalmente, nas áreas mencionadas, os sistemas drywall são executados com chapas RU (Resistentes à Umidade), que contêm em sua fórmula hidrofugantes. Essas chapas, embora resistam à umidade e a respingos, não são impermeáveis e, por isso, devem ter a face exposta à água adequadamente tratada.

Para a impermeabilização, podem ser utilizados os sistemas descritos nas normas técnicas da ABNT específicas para essa finalidade. Há várias opções, das quais três são as de uso mais comum: membranas de asfalto elastomérico (para aplicação a frio, uma vez que sistemas para aplicação a quente, com auxílio de maçarico, não são recomendados para chapas de gesso), membranas acrílicas e cimento polimérico.

O rodapé das áreas umidas deve receber tratamento com um dos sistemas impermeabilizantes mencionados, o qual deve ser iniciado no piso, a cerca de 15 a 20 cm da parede e subindo por esta até pelo menos 20 cm de altura. Em áreas onde pode ocorrer a lavagem do piso, as paredes devem receber um tratamento que impeça a passagem da água sob a parede. Nesse caso, recomenda-se a utilização de um selante apropriado aplicado no espaço entre a chapa de gesso e o piso ou a colocação de um rodapé que garanta a estanqueidade nesses pontos. Feita a impermeabilização, a parede ou o revestimento podem receber qualquer tipo de acabamento, como cerâmica, pastilhas, mármore, granito, pintura à base de resina epóxi, etc. A Comissão Técnica da Associação Drywall conclui: “Não há qualquer risco em utilizar os sistemas drywall em áreas úmidas, desde que se tomem os cuidados essenciais de impermeabilização que, de resto, também são utilizados na alvenaria convencional”.drywall-ru

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DRYWALL RF

Sistemas drywall protegem contra o fogo

A utilização de chapas para drywall resistentes ao fogo, também conhecidas como chapas RF ou chapas rosa (em razão de sua coloração externa), permite a montagem de sistemas de paredes que atendem às exigências do Corpo de Bombeiros quanto ao período de proteção que devem proporcionar em caso de incêndio. Paredes com 90 minutos de resistência ao fogo devem ter a seguinte configuração: estrutura de perfis de aço galvanizado com espessura mínima de 70 mm, com duas chapas RF de 12,5 mm de cada lado. Já paredes com 120 mm de resistência ao fogo devem ter configuração similar, porém com duas chapas de 15 mm de cada lado.img_20150729_110740044

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VANTAGENS DAS DIVISÓRIAS EUCATEX

Eucatex é uma empresa conceituada no mercado brasileiro e atuante há mais de 60 anos e com referência em produtos de primeira linha, por isso, as divisórias Eucatex em São Paulo não deixariam de ser diferente em termos de qualidade e durabilidade.

Divisórias Eucatex em São Paulo são instaladas nos mais diversos ambientes, desde estabelecimentos comerciais, empresas dos mais diversos setores, centros de estética e escritórios. Esse tipo de divisória é perfeitamente adaptável a qualquer ambiente e garante mais privacidade em seu espaço de trabalho. É de fácil instalação, combina com qualquer ambiente e todo tipo de decoração, já que é adaptável a qualquer projeto e proporciona um lindo design. Quais os materiais que são utilizados para produção das divisórias Eucatex em São Paulo? Essas divisórias são produzidas através de fibra de eucalipto e miolo de colmeia, tornando a vida útil do produto mais longa. Outra grande vantagem das divisórias Eucatex em São Paulo é a sua fácil instalação, permitindo também a passagens de fiações sem agredir visualmente o espaço. Vantagens -Mais durabilidade -Facilidade em instalação -Diversos padrões que combinam com toda decoração do ambiente -Mobilidade, visto que pode ser removido facilmente -Garantia de 5 anos -Fácil de limpar -Pode ser combinado com outras variações de divisórias -Material rígido -Absorve o impacto e distribui no painel -Prático e cômodo -Permite a privacidade do ambiente -Dispensa a construção de paredes -Fácil deslocamento caso mude de escritório O uso de divisórias permite que mesmo os espaços mais reduzidos fiquem bem organizados e padronizados. Sendo que uma sala grande pode ser transformada em vários escritórios. Sua matéria- prima é muito resistente e de fácil instalação, caso prefira poderá contratar um profissional qualificado para fazer as devidas instalações ou até mesmo seguir as instruções do manual .

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VANTAGENS DO DRYWALL

Quando você pensa em parede, certamente logo vem à mente uma superfície robusta, rígida e resistente, feita de tijolos ou blocos, assentados com massa de cimento, conhecida como alvenaria. No entanto, nos novos empreendimentos imobiliários é comum encontrar paredes de drywall, um sistema industrializado de paredes internas, composto por estrutura de aço galvanizado e chapas de gesso acartonado aparafusadas em ambos os lados. Bastante adotado no exterior, o sistema chegou há 20 anos ao Brasil, e vem mudando o conceito de paredes e o processo da construção civil, por ser limpo, rápido, econômico e racional.

Para identificar do que é feita a parede e como ela funciona, uma das alternativas é consultar o memorial descritivo, onde constam todos os sistemas usados na construção, e no manual do proprietário, que ensina como usá-los. Por força da lei, ambos devem ser entregues pelo incorporador ao consumidor. Outra maneira é bater na superfície. Mas não se impressione com o toc toc surdo e oco. Apesar de parecerem frágeis, essas chapas, que possuem os dois versos de cartão e o recheio de gesso aditivado, são resistentes. Isso, porque o pó de gesso nada mais é do que a rocha gypsita desidratada, e, em contato com a água, ele vira pedra de novo. Além disso, para áreas molhadas ou que sejam mais propensas ao fogo, há versões especiais.

“O sistema é menos resistente a impactos que a alvenaria, mas atende as normas técnicas”, afirma o engenheiro Carlos Alberto de Luca, conselheiro técnico da Associação Drywall. Ou seja, ele atende a quesitos de desempenho quanto a peso, impacto, resistência a fogo e a isolamento acústico estipuladas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Entretanto, se uma pessoa com mais de 40 quilos se jogar contra a parede, ou se uma prateleira for sobrecarregada com mais de 20 quilos, por exemplo, ocorrerão danos ao sistema. Para suportar prateleiras, quadros, portas, entre outros, é preciso que se usem os acessórios apropriados, sempre colocados por um profissional capacitado.  Também podem ser instalados reforços para que a parede receba cargas pesadas, como armários e bancadas de cozinha. Para saber como realizar instalações e qual a carga máxima suportada, consulte o manual do fabricante e da Associação Drywall, disponível no site (www.drywall.org.br).

 

O drywall também é menos rígido que a parede convencional, mas em tempos de edificações com grandes vãos não é um problema e sim uma qualidade. Por ser mais flexível, “o sistema trabalha melhor que a alvenaria, que trinca e fissura com a movimentação estrutural”, explica um dos pioneiros no uso do sistema, o engenheiro Luiz Ceotto, membro do Comitê de Tecnologia e Qualidade do Sinduscon (Sindicato da Indústria da Construção Civil).

Na questão acústica, o ar entre as placas funciona para o som como uma barreira, e quando recheado de lã mineral ou de vidro e reforçado com mais chapas de gesso acartonado, o sistema isola mais o ambiente, dissipando e enfraquecendo a onda sonora. “Por essas propriedades, o drywal é utilizado nas multisalas de cinema”, afirma de Luca. Com relação as propriedades térmicas ocorre o mesmo. O colchão de ar formado entre as placas, ou mesmo o recheio de lã, propicia conforto térmico ao ambiente.

Pontos altos e baixos

Para atender as exigências das normas de desempenho, incluindo resistência a fogo, o sistema drywall foi testado e ensaiado em laboratórios competentes, como o Instituto de Pesquisa Tecnológica (IPT). Além disso, antes de virar a parede de casa, ele ainda passa por um rígido controle de qualidade, para garantir medidas precisas e acabamentos perfeitos. O que não acontece com a parede convencional, cujo sucesso depende não só da qualidade dos elementos utilizados, mas também da habilidade da mão de obra.

As reformas com o drywall são mais simples, basta desmontar o sistema e descartá-lo, conforme as recomendações da Associação Drywall. O mesmo pode-se dizer sobre a manutenção ou atualização das instalações de casa, como elétrica, hidráulica ou telefonia, por exemplo. Rasga-se apenas a parte em questão, que depois é rapidamente reconstituída por meio de um remendo. Em comparação, qualquer obra de alvenaria demora mais por causa das várias etapas, e gera entre 5% e 10% a mais de entulho.

Pela sua própria composição, o sistema também é mais leve que a parede tradicional. Imagine que para cada dez caminhões de alvenaria, são necessários apenas um de drywall. Com isso, a estrutura também acaba sendo menos robusta e mais barata. Além dessas vantagens, as paredes de drywall são mais finas, racionalizando o projeto de arquitetura. A cada 100 m² consegue-se ganhar em torno de 5m² em área, o equivalente a dez metros de armários embutidos.

Quanto aos acabamentos, são os mesmos utilizados nas paredes tradicionais: pintura, textura, papel de parede, laminado, cerâmica e azulejo. A diferença é que a superfície já vem pronta para recebê-los. Com os dois últimos, deve-se usar a argamassa específica para o drywall, do tipo AC II, e ter muito cuidado com o rejunte: “As peças devem ser bem vedadas”, ensina de Luca. Fique atento com as áreas molhadas que exigem impermeabilização apropriada na parte inferior, de forma que a placa não entre em contato com a água.

Para assegurar a durabilidade do sistema, a manutenção das paredes e das instalações hidráulicas necessita cuidado. A limpeza de manchas na superfície pode ser feita com os mesmos produtos usados no sistema convencional. Já os jatos de água ou vapor, utilizados na alvenaria, devem ser evitados, pois podem causar danos ao drywall. O mesmo vale para as infiltrações: conserte rapidamente o encanamento danificado para não comprometer o sistema.

Apesar de só elencar as qualidades do drywall e antever o fim da parede de alvenaria, Ceotto alerta que o mercado de componentes e a mão de obra ainda não estão preparados para o sistema. Segundo ele, mesmo que o drywall possa ser adotado em áreas molhadas, “ainda é difícil encontrar toalheiros, saboneteiras e papeleiras específicos”. Longe das grandes capitais como São Paulo e Rio de Janeiro, também não se encontram facilmente buchas e empresas de manutenção e reforma que saibam lidar com o sistema. E, diferentemente da alvenaria, um leigo não deve tentar pregar quadros, prateleiras ou outros objetos por conta própria em uma parede de drywall, sob risco de danificá-la. Por isso, antes de se decidir pelo drywall em reformas ou construções de menor porte, certifique-se que em sua região o mercado já conte com peças e empresas especializadas.PAREDE-DE-GESSO-ACARTONADO.jpg

PISO LAMINADO OU VINILICO?

Pisos laminados

Os pisos laminados são muito utilizados em ambientes internos, como áreas comerciais e residenciais. Entre as principais características está a resistência a riscos e a abrasão, facilidade para limpar e alta durabilidade. Como a madeira, o piso laminado tem ampla variedade de tipos, cores e de madeiras simuladas.

A constituição é de lâminas de madeiras em larguras e comprimentos variados, composta de aglomerados HDF (High Density Fiberboard) ou Painel de Fibras de Alta Densidade. A camada superior exibe a estampa decorativa artificial e vem protegida pelo overlay (resina melamínica).

Você sabia que a aplicação é tão rápida que é possível colocar 50 m² em apenas um dia sem quebradeira nenhuma? Pode-se aplicar sobre o piso existente, se o mesmo estiver totalmente nivelado e sem buracos. São vendidos os sistemas de cola e click.

Sustentabilidade e cuidados

É ecologicamente correto, pois as placas de pisos laminados são compostas por compensados, que a maior parte dos fabricantes já adotou o uso de madeira reflorestada com os certificados.

Lembre-se: o contato com água ou sol pode deformar a peça. A limpeza deve ser feita apenas com pano úmido.

O processo de fabricação desse tipo de piso envolve calor e alta pressão resultando em uma superfície muito mais durável que a madeira convencional.

Pisos vinílicos

O piso vinílico tem sido procurado não só pelos arquitetos e construtores como pelos novos bricoleiros. Ele conta com um ótimo desempenho acústico e características térmicas que agregam temperaturas agradáveis aos ambientes. Também permite a personalização e inovação das peças com uma decoração diferenciada pelo material utilizado.

Além disso, é muito resistente, de alta durabilidade, antialérgico, macio, anti-chamas, não retém poeira e é fácil para limpar. Existem três tipos de piso vinílico: em manta, placa e com tons de madeira.

Instalação

E não precisa se preocupar na hora de instalar, pois ele não mancha e a colocação é rápida e fácil, desde que o local de aplicação esteja regular sem nenhum desnível. O vinílico pode ser aplicado diretamente no contrapiso, cimentado, cerâmica e outros materiais.

O acabamento do vinílico é de alta qualidade e ele é mais resistente à água do que o laminado. A espessura é menor e são mais flexíveis. Não faz barulho ao andar, ideal para quem tem animais de estimação e crianças. Os vinílicos são vendidos os sistemas de cola, click e autoadesivos.

Cuidados e sustentabilidade

Um alerta apenas na parte decorativa com os objetos pontiagudos que podem cortar a manta e comprometer a qualidade do produto.

E se você está em busca de sustentabilidade, ele é ecologicamente correto e não é recomendado para áreas externas ou com muito contato com água como banheiros.14-1440177541.jpg

FORRO EM FIBRA MINERAL É INDICADO PARA QUAL AMBIENTES?

Forro mineral

O forro de fibra mineral apresenta um desempenho superior em tratamento acústico, resistência ao fogo e resistência à umidade, retardando ou até inibindo o desenvolvimento de mofo e fungos. O forro mineral é indicado para ambientes comerciais em geral. É modulado e removível, diferenciando-se dos sistemas comuns, pois apresenta flexibilidade e diversos tipos de acabamento com variadas texturas.

QUAL É O MELHOR FORRO PARA ÁREAS COMERCIAIS

► Forro de isopor

Poliestireno expandido, são placas de isopor com aplicação de massa acrílica – material impermeável na cor branca – que apresentam bom acabamento, proporcionando economia pela diminuição de consumo de energia do ar-condicionado,  permitindo instalar aparelhos de menor potência. Os forros de isopor, oferecem economia, perfeição e seguraça.1902926_689418291097361_50639122_n

Forro metálico

Ideais para novos ambientes ou mesmo para renovação daqueles que já possuam forros rebaixados e queiram ter os ganhos de beleza e da nobreza do aço.

O forro metálico apresenta grande variedade de formas, fácil remoção, resistência à umidade, baixo isolamento térmico e absorção acústica deficiente.forro-metalico

ESCOLHA DO PISO PARA SUA RESIDÊNCIA

Conheça as vantagens e desvantagens dos tipos de pisos e escolha o seu.

Vinílico e cimento queimado são as novas tendências do mercado.

Escolher o revestimento ideal para uma casa ou apartamento é uma tarefa difícil. As opções de tipos de piso são variadas. Existem cores e materiais diferentes e tudo vai depender do gosto e da necessidade da pessoa. Mas, afinal, quais são as vantagens e desvantagens de cada material e qual é aquele que se adapta melhor a sua casa?

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Porcelanato deixa o ambiente bonito e mais claro

O piso vinílico e o cimento queimado são as novas tendências do mercado de revestimento. “O cimento queimado é um material que vem ganhando maior visibilidade, pois tem um aspecto mais rústico, imitando o concreto. Já o vinilico é muito resistente e, além disso, é produzido com materiais recicláveis”, diz a arquiteta Georgia Brandi.

Apesar do crescimento desses materiais, os pisos frios como porcelanato, cerâmica e antiderrapante ainda têm bastante procura e são concorrentes dos pisos de madeira. E o mais importante é saber em qual ambiente o revestimento será colocado.

vinilico

FORRO PARA SUA RESIDÊNCIA

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Os forros não são necessários em todas as obras. Mas cada vez mais têm sido utilizados, pois facilitam bastante as instalações elétricas e luminotécnicas, além de muitas vezes auxiliarem bastante nas questões térmicas e acústicas.

O forro pode ser instalado sob virtualmente qualquer cobertura, das formas mais diferentes possíveis. Algumas vezes ele pode receber um papel de protagonista, como quando ele é recortado por sancas de luz ou é inclinado ou curvo.

Existem muitos tipos de forros e é uma questão importante saber quais as possibilidades existentes para poder escolher o que mais se adapta a sua obra. Para auxiliá-lo em sua escolha, passaremos brevemente por alguns dos tipos mais comuns. O álbum de fotos em anexo ilustra muito bem esses diferentes materiais e aplicações, então vale à pena conferi-lo!

Forros de Gesso

Os forros de gesso estão entre os mais comuns de se encontrar em obras pelo Brasil atualmente. Ele é bastante prático e rápido de fazer, e existem muitas empresas e autônomos especializados no assunto.

O sistema consiste de uma superfície de gesso presa por arames à cobertura ou a uma estrutura intermediária de forma que, por baixo, o usuário veja apenas um plano liso. O forro de gesso está basicamente dividido em duas grandes opções: o forro em placas e o forro de drywall.

O forro em plaquinhas, mais antigo, costuma ser ligeiramente mais barato, mas é aquele tipo de forro de gesso conhecido pela grande quantidade de sujeira que gera durante sua execução. O forro em plaquinhas também é mais pesado do que o forro de drywall, além de possuir mais arames de sustentação, por conta da pequena dimensão das placas que o compõem. O perfeito alinhamento entre as placas também demanda um ótimo instalador.

O forro de drywall é executado com grandes placas de gesso que vêm envolvidas em um papel similar ao kraft. Esse tipo de forro, que ganha cada vez mais mercado, tem uma tecnologia maior do que o tradicional forro de plaquinhas. Seu sistema de aplicação é bem mais limpo também. Há uma facilidade maior para executar forros curvos e detalhes dessa natureza no teto. O sistema é o mesmo utilizado para fazer paredes.

Uma vez instalado, o forro de gesso pode ser facilmente furado para instalação de luminárias, pode receber qualquer tipo de pintura e detalhes quaisquer.

Forros de madeira

Existem os clássicos forros de madeira prontos, que muitos conhecem por lambri (na realidade lambri é um tipo de revestimento para as paredes) e que são de instalação simples: as ripas vêm com um encaixe do tipo macho e fêmea e devem ser pregados ou parafusados a distâncias regulares, numa estrutura de madeira auxiliar, ou diretamente na laje. Existem vários tipos de madeira e acabamentos para esse tipo de forro, e ainda é possível realizar variações com vernizes e tintas.

No entanto os forros de madeira incluem também os forros de madeira projetados, ou seja forros de madeira diferentes, em ripas, curvos, em placas, em OSB, ou qualquer possibilidade que o projetista desejar. Nesses casos de forros sob medida, é interessante conversar longamente sobre os detalhes de acabamento e fixação com o marceneiro que for executar. Existem interessantes variações de forros de madeira no álbum de fotos.

Forros metálicos

Os forros metálicos são mais raros de se encontrar no Brasil, mas não totalmente incomuns. Existem tipologias bastante diferentes, mas a titulo de explicação, os dividiremos em dois grandes grupos: Os forros metálicos lisos e os forros metálicos compostos.

Os forros metálicos lisos são em geral constituídos por finas chapas metálicas, usualmente perfuradas. Essas perfurações podem ter muitas variações, compondo o desenho do forro, assim como o acabamento da chapa metálica. As chapas também podem ser estampadas com alto ou baixo relevo, como se encontrava em uma espécie de forro metálico muito comum dos anos de 1960 em bares e padarias.

Já os forros compostos, em geral produzidos por grandes fabricantes, são como que elementos vazados colocados na horizontal. Existem muitos tipos, mas provavelmente o mais comum é o do tipo colméia: um quadriculado com cerca de 10 centímetros de altura. Este forro foi bastante popular nos anos de 1980 e era encontrado na maioria dos grandes shoppings dessa época.

Forros modulares

Os forros modulares são muito comuns em escritórios e ambientes corporativos. Eles são fabricados há bastante tempo, em especial por grandes empresas, e sua tecnologia não para de se desenvolver.

São chamados de forros modulares ou removíveis porque são formados por um conjunto de uma estrutura metálica (que, em geral, fica semi-aparente), e dos fechamentos, que são placas de tamanhos variáveis apenas apoiadas sobre essas estruturas metálicas. Assim, caso seja necessário ter acesso a rede elétrica, sprinklers, detectores de fumaça, alarmes ou outras instalações, isso ocorre de forma muito rápida e prática. A troca de elementos também é bastante simples.

Os elementos de fechamento dos módulos podem ser de diversos tipos. Um dos mais encontrados atualmente são os forros minerais, que levam esse nome por serem feitos com fibras minerais. Existem muitas variações desse tipo de fechamento: com ou sem perfurações, com cores, e muitos outros tipos de acabamento. Seu desempenho acústico e térmico é muito bom, e talvez seja o tipo de forro, dentre os apresentados aqui, com o maior apelo de sustentabilidade.

Forros de PVC

Os forros de PVC chegaram ao mercado a partir da década de 1990 e são bastante comuns atualmente. Trata-se basicamente de lâminas de PVC com uma pequena estrutura interna e que se encaixam entre si. Essas lâminas possuem diferentes larguras, conforme os padrões de cada fabricante e são afixadas conforme cada sistema. Quase todos os forros de postos de gasolina contemporâneos, por exemplo, são de PVC.

O PVC é leve e tem preço muito competitivo. Não é indicado para pintura, mas é passível de limpeza, o que é muito interessante dependendo da aplicação. Um lado negativo é a questão dos acabamentos, que apresentam uma linha mais ou menos restrita.

Dentre os tipos de forro apresentados, existem muitas variações, inúmeros acabamentos e possibilidades. Além dos apresentados, muitos outros elementos podem ser utilizados como forros, como por exemplo, tecidos, bambu e palha, entre outros.

Pesquise antes de executar o seu forro, verifique como ele irá se ancorar na cobertura, quais as possibilidades de harmonia com os outros elementos de sua construção. Se possível, sempre procure um especialista para lhe orientar sobre qual a opção ideal.

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